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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Uma civilização que não respeita a natureza
cava sua própria sepultura!

Lídia Maria de Melo 

Aproveitando a postagem do Ministério Público Federal, vou dar meus pitacos a propósito do Dia do Meio Ambiente.
Está mais do que na hora de sairmos às ruas, para exigir que nossos espaços arborizados sejam mantidos intactos na cidade de Santos.
Basta de edifícios gigantescos!
Temos direito de continuar vendo o céu, de desfrutar dos benefícios que as árvores nos concedem, de garantir o pouco que nos resta de vegetação e fauna.
Temos direito de continuar ouvindo o canto dos passarinhos, de ver o colorido de suas plumagens, os voos das borboletas e das libélulas (ou lavadeiras) e muitas e outras tantas belezas.
Que saudade dos ativistas ambientais que havia em Santos nos anos 1980.
Saudade de gente do quilate de Ernesto Zwarg, que mobilizou a população da Baixada Santista, com eco internacional, contra a construção de uma usina nuclear em Peruíbe.
Que tal batermos panelas contra a especulação imobiliária que nos rouba o pouco que resta da Mata Atlântica, uma joia que a natureza nos deu sem cobrar um tostão?
Uma civilização que não respeita a natureza cava sua própria sepultura!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Arranha-céus da Mário Ribeiro tornam-se baixos se comparados aos espigões santistas

(Clique na foto para ampliar)
Avenida Mário Ribeiro, em Guarujá.
A planejada e arborizada avenida tem por moldura edifícios brancos de no máximo 15 andares, que até bem pouco tempo eram chamados de arranha-céus .
Com a liberação do gabarito em Santos e a construção de espigões com mais de 30 andares, os prédios guarujaenses já estão parecendo simples rodapés. Que pena!
Tomara que o novo Plano Diretor de Santos imponha mesmo a redução de 30% na quantidade de pavimentos.
Assim, poderemos continuar vendo as nuvens, o sol, as estrelas... o céu!!!