segunda-feira, 30 de abril de 2018

Campanha da AMB para simplificar linguagem jurídica me levou a fazer reportagem sobre juridiquês

Reportagem que fiz e publiquei no jornal A Tribuna, de Santos, em
30 de outubro de 2005. Clique na imagem e salve para ler melhor. 
Lídia Maria de Melo

Em 2005, fiz e publiquei uma reportagem sobre "juridiquês".
Na ocasião, a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) tinha lançado uma campanha dirigida a jornalistas e profissionais do Direito, com a finalidade de incentivar a simplificação da linguagem jurídica.
Quando tomei conhecimento da iniciativa, fiquei exultante. Isso porque sempre defendi a tese de que a morosidade da justiça era uma questão de linguagem. Claro que não é só essa a razão, mas a linguagem arcaica muitas vezes contribui para o atraso no andamento dos processos, como me relataram juízes.
A campanha me motivou a realizar uma reportagem com profissionais do Direito, começando as entrevistas pelo idealizador, o juiz que presidia a AMB na época, o catarinense Rodrigo Collaço.
Telefonei para a associação, em Brasília, solicitando um horário com ele, quando estava de saída para o jornal A Tribuna, onde era editora,  imaginando que ele demoraria para retornar. Mas qual não foi minha surpresa, quando o telefone de minha residência tocou e era o próprio juiz Collaço. Super-rápido.
Conversei com muitos outros profissionais, os juízes Leandro Constant e Alexandre Coelho, o desembargador, doutrinador, professor e comunicador Luiz Antônio Rizzatto Nunes, os advogados Eduardo Jardim e Rodrigo Lyra, que presidia a OAB-Santos, a professora de Português Kátia Patella, e a então estudante de Direito Maristela Low.
O resultado foi uma matéria de página dupla, diagramada pelo colega Luiz Sérgio Moura, com fotos feitas pelos repórteres-fotográficos Paulo Freitas e Marcelo Justo, e publicada no dia 30 de outubro de 2005 no jornal A Tribuna, de Santos.
Por tempos, ficou reproduzida no site da AMB, como é possível ver aqui neste link.
No sábado passado, decidi digitalizar a reportagem e aqui reproduzo.
Para ler com clareza, é preciso fazer download da imagem e salvá-la em seu computador, tablet ou celular. Boa leitura.

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