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domingo, 19 de agosto de 2012

Cony faz humor com galhardia

O colunista Carlos Heitor Cony relembra, na Folha de S. Paulo de hoje, os métodos utilizados em tribunais da Grécia e Roma antiga.
Em um julgamento, se imperador ou juízes erguessem o dedo polegar direito, o réu era absolvido. Caso o polegar fosse colocado para baixo, a condenação à morte era irreversível.
Não havia espaço para preleções extensas, como ocorre atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), principalmente por causa das câmeras de televisão que projetam a imagem e a vaidade dos ministros para todo o território nacional.
Para exemplificar, Cony relata o que ocorreu no julgamento de Frineia, dona de extrema formosura, acusada de prostituição por um pretendente desprezado.
Na hora da sentença, os juízes apontaram o dedo para baixo, indicando condenação. Ela então se despiu, deixando-os perplexos.
O que ocorreu depois é melhor saber pela narrativa refinada de Cony: "Diante daquela monumental escultura, um a um os polegares dos juízes foram subindo, subindo, sendo provável que também subissem outras partes dos respeitáveis membros do júri" (Folha de S. Paulo - p.A-2).
Não é um primor? Humor com galhardia!

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