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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Eu, a música e meu violão

Sempre gostei muito de música.
Aos 13 anos, comecei a compor. Letra e música. Tinha violão em casa, mas quem tocava era meu pai. Fazia a música de cabeça, sem instrumento, e memorizava.
Tentei aprender a tocar violão aos 16, mas passei logo para o piano. Só que não tinha um em casa. Na teoria, cheguei ao 4° ano. Na prática, não fui além da fase inicial. Parei.
Um dia, decidi comprar uma escaleta (espécie de piano de sopro) e tirar a melodia de ouvido para não esquecer.
Também aos 13,  participei pela primeira vez de um festival de músicas na escola. Tinha composição minha e de minha irmã Laura, a mais velha, que morreu aos 16.
Na faculdade, continuei, mas antes fui aprender violão.

(Clique nas fotos para ampliar)

Ganhei um Giannini e com ele estou até hoje (foto). Foi comprado na Casa Vitoriana, instalada no andar térreo do Shopping Parque Balneário, no bairro do Gonzaga, em Santos. 

 
Primeira aula de violão 25.7.1981
Estudei seis meses no Sesc, quando ainda funcionava na Avenida Conselheiro Nébias, 309, no prédio do Senac. A primeira aula ocorreu em 25 de julho de 1981 (foto ao lado).  O professor era Paulo Damasceno, que também cantava e chegou a defender uma música minha em um festival.
Em 1983, fui aprender mais com Mia (Hélvio Duque), então baixista do grupo Manvantara, que me acompanhou em outro festival.
Festival 1983
Paulinho Damasceno morreu precocemente em fevereiro de 1996. 
Mia continua trabalhando com música no interior do Estado de São Paulo.
Aqui está um recorte de jornal (foto ao lado) que cita minha  participação em um dos festivais, no Sindicato dos Metalúrgicos. É de 18 de junho de 1983. A matéria saiu publicada no jornal Cidade de Santos, extinto em setembro de 1987. No terceiro parágrafo, menciona a música ''Luz'', que fiz para minha irmã caçula.  E, no último, o grupo Manvantara. Na foto, o cantor e compositor Décio Marques durante o show.
Atualmente, não toco, nem canto mais em público. Detesto situações que me deixam insegura e nervosa. Sinto-me mais à vontade fazendo palestras, dando aulas, falando diante de uma plateia. Mas cantando e tocando... Isso nunca mais. Minha autocrítica não permite. Música tem que ser lazer, não pode me deixar tensa.
Sempre que preciso me livrar do cansaço, das tensões diárias, pego meu violão, toco e canto, mas em casa. De preferência, sozinha.
Cantar em público, só se for assistindo a um show, no meio da multidão. Anonimamente. Isso é ótimo! 

2 comentários:

Nando disse...

"Sem música, a vida seria um erro".
Nietzsche

Bruno Arena disse...

Um infográfico de Lídia Maria de Melo produzido em 25/07/81. Bom desenho :)

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